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Velho Mundo, velhas conversas, novos encontros, novos projetos

13 de June de 2011

LEIA ESTE POST NO NOVO MODA ÉTICA:

http://modaetica.com.br/?p=2036

Ontem tinha ido à comemoração do Centenário da Escola de Engenharia da UFMG e, no coquetel, o papo que mais rendeu foram cidades européias e respectivos estilos de vida, hábitos, moda e tal. E eu só tinha meu conhecimento dos livros, não a experiência “in loco”. No mais, é aquele papo clichê: as “tendências” das classes altas de lá chegam para o nosso povão daqui com três anos de atraso.

Oxford: quando era moda “lá fora”, não existia aqui. As fashionistas queriam, não tinha. Teve fila de espera na loja da Luiza Barcelos, uma das poucas marcas que trouxe a “tendência de fora” com “antecipação”. Hoje tem na Feira Hippie de BH.

Mas, ops! Não existe essa questão de “atraso”. Os produtos chegam aqui no tempo certinho de seu ciclo de vida (cuidado, esse ciclo de vida não é do conceito de design para sustentabilidade). A noção do “atraso” é de uma mentalidade de julgar que o de fora é o mais “inovador”, “vendável” e “sinônimo de comportamento de consumo brasileiro”.

Essa história toda de Europa ontem até me deu vontade de voltar a projetar coleções de moda vestuário, mas somente com o seguinte objetivo:

fazer duas coleções simultaneamente: uma inteira copiada das “tendências de fora” e outra genuinamente brasileira, de criação própria, só pra ver qual tem mais sucesso (de venda, público e mídia). Com o mesmo procedimento de uma experiência prática em uma pesquisa acadêmica e testando um conceito.

Bem, agora que a minha irmã está indo morar um ano na Alemanha (passou em 1º lugar numa bolsa da UFMG) e um dos meus melhores amigos e ex-namorado está indo morar dois anos na Itália (passou numa seleção de bolsas da UEMG), certamente irei visitá-los, afinal um dia ambos admitiram terem vindo a BH por causa de mim… E quem sabe não fazemos juntos uma pequena coleção para testar nossos paradigmas de colônia pós-moderna? Acho que vou expor isso para eles no próximo domingo, em que eles vem almoçar comigo a comida que eles gostam que eu faça, uma massa ao molho branco… Um recomeço, acho que nós três precisávamos disso.

Família no Brasil colonial: modas européias em terras tropicais

Opa, e o Ravi acabou de ligar chamando pra sair agora nesse fim de domingo e fim de dia dos namorados! Não, não, hoje não que eu já estou de pijamas, mas no ano que vem sim, mangiando un gelato e parlando d’amore e da buona vita, com mia sorella.😉

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