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Nostalgia, ética, estética e gosto

20 de June de 2011

Museu de Arte da Pampulha

LEIA ESTE POST NO NOVO MODA ÉTICA:

http://modaetica.com.br/?p=2162

Ontem fui ver um concerto, sobre as estações de Vivaldi e Piazzolla, no Museu de Arte da Pampulha. Lá é meu refúgio público-privado, um bom lugar para desenhar, para meditar, estudar, ver as exposições, ouvir boa música… Gosto de ir sozinha, caminhando ou correndo, às vezes chamo algum amigo ou amiga mais próximo. Ontem, acabou que meu ex-namorado (Ravi) pode ir, de última hora. E foi muito legal reencontrá-lo. A gente se fala quase toda semana por telefone, mas raramente se encontra. Mais de quatro anos juntos… reencontrar alguém assim é também reencontrar a si mesmo. Como dizem, “não há melhor espelho que um velho amigo”. Foi uma grande aprendizagem sobre tolerância, respeito, amor.

Casa do Baile

No sábado, fui a um coquetel de uma exposição, Co-Arquitetura, na Casa do Baile, outro lugar que sempre vou desde que cheguei em BH . Os projetos, de alunos da Escola de Arquitetura da UFMG, me fizeram refletir sobre várias coisas de design, ergonomia e poesia, que fica para próximos posts: projetos itinerantes, os tecidos na arquitetura e no design de produto, o estilo geométrico triangular que vigora.

E, para concluir o momento nostalgia, semana passada, estive com outro ex-namorado (Rafael), comendo uma pizza aqui em casa. Foi muito bom conversar sobre tudo que precisava ser conversado…

Eu fico pensando nesses amores e em outros amores passados e possíveis. O problema é que essa questão da “ética” sempre se sobrepõe em tudo. Continuo pensando como os gregos da Antiguidade, o bom é belo, o belo é bom, a estética corresponde a ética. A eticidade me encanta e é em tudo na minha vida, ao amar alguém inclusive – a ética é maior que o gosto. Isso é dito aqui de forma muito simples, mas é um troço bem profundo e filosófico…😉

Para Schiller, um caráter é belo

se nos infunde mais amor que respeito (…). A sensibilidade tem também de aparecer como livre em ações morais, embora não o seja (…). Beleza é liberdade no fenômeno. Uma ação segundo a lei da razão é então bela se se afigura como se tivesse acontecido a partir da inclinação e sem nenhuma coação.

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