Skip to content

Consciência de eu-matéria-prima

1 de July de 2011

O dia que fui árvore na roça do vô.

LEIA ESTE POST NO NOVO MODA ÉTICA:

http://modaetica.com.br/?p=2385

Depois que formamos, eu e alguns colegas designers nos encontramos e temos conversado sobre nosso processo de criação. São discussões infinitas…

Mas, fato é: há uma aproximação com a arte (plásticas e cênicas), com experimentar materiais sem finalidade de projeto. 

Por que? Soltar mais, desautomatizar a mente do cotidiano.

No entanto, o material está sempre na ponta dos dedos. No máximo, a roupa, no momento de moulage e de prova, me toca por completo.

Sinto que, às vezes, eu gostaria de ser o próprio material que trabalho. Uma espécie de atriz do tecido. Qual seria a minha consciência enquanto matéria-prima configurável?

Há uma teleologia inversa danada aqui, gostaria de explicar, mas não cabe. Ideias a partir de Flusser e Lukács.

No comments yet

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s

%d bloggers like this: