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Eco-transgressor + eco-cool

4 de July de 2011

Hippie atual: artesanato e arte, música, sexo livre, liberdade de expressão, despojamento, drogas naturais, ousadia inconsequente e despretensiosa.

LEIA ESTE POST NO NOVO MODA ÉTICA:

http://modaetica.com.br/?p=2421

Sem hipocrisias, sustentabilidade é um assunto chato pacas.

Eu tento amenizar contando meus causos e experiências de vida com a moda e, embora eu seja super apaixonada pelo assunto, sei que é cansativo para muita gente… E é mesmo.

Hendrix em Woodstock: muito branco (aspecto de natural e conotação de paz), decote amplo, roupas largas, bordados com inspiração tribal e oriental.

Bom, galera, tenho recebido muitos e-mails de vcs., cada um com uma necessidade mais específica que o outro. Nesta semana, que mal começou, um me chamou a atenção: perguntando por uma definição de público alternativo que aprecia esse universo ecológico.

Paz, amor, música, liberdade e festa. Carpe diem! Culto à juventude!

Vou resumir a ópera:

  • dizer que o público-alvo é alternativo soa meio toca raul, sabe? Viva, viva, viva a sociedade alternativa…;
  • eu chamaria esse público de eco-transgressor ou eco-cool;
  • cool = fresco, legal, bacana, despojado e ao mesmo tempo elegante e ousado;
  • esse público encara a chatisse/caretice da sustentabilidade com um comportamento de vanguarda (ligado às artes, música, sexo, esportes e inclusive drogas naturais);

É uma forma de transgredir à imposição da ética da sustentabilidade na nossa moral por parte da mídia e das grandes corporações que apregoam serem sustentáveis e incentivam esse comportamento (muitas vezes, meramente estético/maquiado/fantasioso).

Woodstock, 1969: desconstrua suas cobertas aconchegantes de lares classe média, remende imperfeitamente os objetos dos anos 50 e 60.

E como que isso se reflete no estilo das roupas?

  • aspecto used, rasgos, puídos, furos;
  • pespontos e bordados de ponto cheio conferindo ar de remendo;
  • tecidos naturais amaciados com manteiga de cupuaçu (como o Amazontex da Menegotti Malhas);
  • modelagens soltas no corpo, para libertar os movimentos do corpo;
  • tecidos e malhas leves e fluidas, molengas;
  • estampas abstratas e abertas;
  • proposta de coleção: negação e desconstrução dos objetos da década de 50 e 60, dos lares de classe média americana, dos pais dos hippies.

Chega dessa releitura óbvia dos trangressores anos 70! Ninguém aguenta mais essa estética literal na moda! Temos que ser contemporâneos.

E já que o clima é liberdade e paz, devo anunciar a mensagem dos anjos: estou de férias!😉

Versos de Full circle, Aerosmith:

  • amor é amor refletido
  • um brinde ao paraíso
  • eu achava que tudo que fazia era loucura
  • tempo, não o deixe passar
  • o ciclo continua
One Comment leave one →
  1. 12 de July de 2011 12:40 AM

    Boa!!!

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