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Born to be wild and on the road again!

8 de August de 2011

LEIA ESTE POST NO NOVO MODA ÉTICA:

http://modaetica.com.br/?p=2691

Cá estamos novamente à labuta: lidando com fornecedores, preparando aula, escrevendo artigo, preparando palestra, desenvolvendo dois materiais sustentáveis, desenvolvendo produto, atendendo solicitação de entrevista e de leitores do blog, uma dúzia de livros e artigos por ler…Tudo relacionado a moda ética. Tem que ter muito rock nas veias pra dar conta do recado!

Vontade de me libertar por meio do Novo, como sugere Lipovetsky (2009, p. 213):

Compreende-se por que, numa sociedade de indivíduos destinados à autonomia privada, o atrativo do Novo é tão vivo: ele é sentido como instrumento de “liberação” pessoal, como experiência a ser tentada e vivida, pequena aventura do Eu. A sagração do Novo e o individualismo moderno caminham de comum acordo: a novidade se coaduna à aspiração à autonomia individual. Se a moda consumada é levada à lógica do capitalismo, ela o é igualmente por valores culturais que encontram sua apoteose no estado social democrático.

On the road, do Kerouak. Livro de cabeceira quando a rotina fica do rock.

Vontade pegar a infinita highway com Sal Paradise e Dean Moriarty – e fazer apologia aos novos caminhos. Como diria o porra-louca Old Bull Lee, sobre as consequencias do Novo na moda:

Com as roupas a história se repete. Eles poderiam fazer roupas que durassem para sempre. Preferem fazer trapos ordinários para que todo mundo continue trabalhando e batendo ponto e se organizando em sindicatos imbecis e se aborrecendo enquanto a grande safadeza prossegue em Washington e Moscou.

On the Road influenciou toda a geração dos anos 60, beats, hippies, mochileiros, e, mais tarde, o pop e o punk. Todas essas gerações tem uma ligação com o Novo como significado de liberdade pessoal, identidade, autonomia – e todas, paradoxalmente, engendram o sistema que contestam. São gerações fundamentais para a compreensão da moda ética – um dia conto isso. On the road, again and again…

Vou acender um incenso natural indiano, que se a gente nasceu para ser selvagem é no melhor sentido (de bons e novos pensamentos), selvagem como um personagem de Aldous Huxley, em Admirável Mundo Novo.

2 Comments leave one →
  1. Eduardo permalink
    8 de August de 2011 2:45 PM

    Cuidado com esse incensos indianos, estão vindo com agrotóxicos. Para você ver que falta faz a ética na produção…

    • 8 de August de 2011 2:54 PM

      ahaha Verdade! Espero que não seja o caso do que eu to usando, que tem bambu, pó de madeira, carvão e fragrancia…

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