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As novas tramas do denim: verde e marrom

29 de May de 2012
Denim com trama verde de poliéster reciclado, da Cone Denim.

Denim com trama verde de poliéster reciclado, da Cone Denim. Fonte: WGSN tumblr.

Denim com trama de algodão orgânico naturalmente colorido, da Tavex.

Denim com trama de algodão orgânico naturalmente colorido, da Tavex.

LEIA ESTE POST NO NOVO MODA ÉTICA:

http://modaetica.com.br/?p=4535

Verde ou marrom?

Verde é a trama feita de poliéster reciclado derivado de garrafas pet. Fabricante: Cone Denim.

Marrom é trama do algodão orgânico naturalmente colorido. Fabricante: Tavex.

A trama mais sustentável é a marrom – e se você não sabe qual a razão é porque não acompanha este blog!

Tá ok, mais educadamente – segue um trecho da dissertação de mestrado (Eng. Produção UFMG) mais insone e insopitável de todos os tempos (acaso, a minha), com uns poucos argumentos contra o verde:

A produção da fibra de poliéster apresenta um alto impacto ambiental em relação à emissão de resíduos no meio-ambiente, inclusive resíduos danosos à saúde humana.

A produção de poliéster gera a emissão, no ar e na água, de metais pesados, sais de cobalto e manganês, brometo de sódio, dióxido de titânio, óxido de antimônio e acetaldeído.

A fabricação de poliéster geralmente usa o antimônio como catalisador. Além de cancerígeno, o antimônio é tóxico para coração, pulmões, fígado e pele. A inalação prolongada de antimônio, um subproduto da produção de polímero, pode causar bronquite crônica e enfisema (LEE, 2009, p. 68).”

Em relação à redução do impacto ambiental, “os números atuais indicam que mais da metade de toda a fibra de poliéster da Europa é obtida de materiais reciclados (FLETCHER, GROSE, 2011, p. 71).” No Brasil, o uso de poliéster reciclado ainda é inferior que a demanda por fibra de poliéster virgem. Um dos maiores problemas com relação à reciclagem do poliéster é que, por ele ser “geralmente misturado com outros tecidos, torna-se difícil reprocessar peças feitas do material e transformá-las em outra coisa (LEE, 2009, p. 68).”

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